Viagem astral comprovada

Olá, neste site, veja um relato meu e de alguns alunos que treinaram conosco e comprovaram a viagem astral através das nossas técnicas. Não é apenas o nosso grupo que consegue comprovar. A internet está cheia de experimentos comprovativos. Veja abaixo algumas experiências cientificas altamente promissoras. 
 

         

Respeitamos todas as religiões, mas o nosso método é 100% científico, baseado no treinamento de técnicasEste fenômeno não foi inventado por alguma religião, ele existe desde os primórdios da humanidade. Um espírita pode desenvolver a projeção, tanto quanto um Budista, Hare Krishna, Taoísta, Cristão, Umbandista, etc. Um ateu ou um cético, por exemplo, pode desenvolver-se também, pois afinal trata-se apenas de uma técnica para sair do corpo e ver a realidade espiritual por si mesmo. 
 
Provas de que a viagem astral é possível, o planeta já está cheio. Não é apenas o nosso grupo que consegue. Há diversos experimentos que foram realizados cientificamente em várias países, comprovando que realmente é possível sair do corpo. O que precisamos neste atual momento é clarear o método de desenvolvimento para que todos consigam.
 
Para dar apenas alguns exemplos, leiam abaixo um trecho interessante do livro: "Projeciologia: Panorama das experiências para fora do corpo", 10ª ed. Não fazemos parte das instituições criadas por este autor e não utilizamos seus métodos (temos técnicas próprias), mas achamos interessante a leitura informativa. Veja a seguir um trecho deste livro:
 

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"Experimento de vôo pela vontade

Vôo. Em janeiro de 1973, o parapsicólogo Karlis Osis executou o projeto experimental fly-in, ou a experiência da consciência fora do corpo humano de projetores voluntários voando de fora para dentro do edifício da American Society for Psychical Research (ASPR), em New York. O projeto teve início com a convocação geral, cobrindo todos os Estados Unidos da América, de pessoas que sentissem que poderiam se projetar, à vontade, de onde estivessem, até aquele endereço em Manhattan.

Alvo. Foi adaptado pequeno escritório, no quarto andar do edifício da instituição, a fim de servir de área-alvo para cerca de 100 projetores, selecionados entre grande número de voluntários que se apresentaram. Tais pessoas foram instruídas quanto ao local para onde deveriam se projetar e ali inspecionar 4 objetos-alvos, não revelados e posteriormente dispostos à frente de uma lareira, que deveriam ser vistos em uma hora pré-fixada e de uma posição e ângulo específicos de observação.

Dispositivos. Considerando que a direção da visão seria um problema-chave na pesquisa, foram usados 2 instrumentos ópticos no experimento: o Dispositivo de Imagem Óptica e a Roda de Cores. Cada um deles tinha pequeno visor, a única abertura através da qual o alvo todo podia ser visto. No dispositivo de imagem óptica, por exemplo, exibindo várias imagens diferentes, de cores diversas e de 4 quadrantes, a imagem final era formada usando contornos em branco e preto, uma roda de cores e uma série de espelhos. Tais instrumentos ópticos foram criados para eliminar o uso da clarividência e da telepatia. A consciência projetada que alegava perceber de um de terminado ponto do espaço, deveria ser capaz de ver o alvo tal como aparecia através do visor, com a figura de estímulo distorcida por ilusões ópticas.

Relatos. Após a experiência, o projetor (ou projetora) deveria relatar as suas observações, em detalhes, conforme questionário preestabelecido, fazendo inclusive, quando possível, desenhos e esquemas do local e dos objetos através de comunicação postal ou por telefone.

Percentual. Reunidos todos os relatos, ficou claro que o experimento não alcançara êxito total. Somente 15% dos voadores participantes foram capazes de fornecer evidências convincentes de que as suas consciências (ou seja: eles próprios) visitaram, de fato, o escritório da ASPR, através de algum processo ou veículo extrafísico.

Desvios. Dentre as falhas constatadas mereceram destaques certos desvios de projetores projetados ou perdidos, que não puderam atingir a área-alvo. Um projetor de Toronto, Canadá, relatou que interrompeu a sua excursão para presenciar um incêndio em um quarteirão próximo. Certo visitante extrafísico informou sobre banalidades do primeiro andar do edifício da ASPR e que perdera algum tempo observando várias pessoas preparando uma exposição de arte. Outro projecionista afirmou ter adentrado um apartamento situado em edifício do outro lado da rua e se divertiu observando, em silêncio, os seus ocupantes.

Detalhes. Alguns projetores tiveram a visão distorcida quanto ao tamanho dos objetos-alvos. Outros experimentaram a visão circular ou global das coisas, vendo em todas as direções ao mesmo tempo. A barreira colocada sobre a mesa para dividir e bloquear os objetos-alvos foi vista como transparente pela consciência de vários relatores.

Xícara. Entre os voluntários que evidenciaram ter estado realmente no local-alvo, o sensitivo Alexander Tanous relatou que a sua consciência se deslocou de Portland, Estado do Maine, diversas vezes durante o experimento. Ele não só identificou corretamente a coleção de objetos sobre a mesa de café, redonda, a principal tarefa programada, mas acusou a presença de uma xícara de chá, intrusa, ali deixada por esquecimento de outro pesquisador.

Planta. Outro sensitivo, Elwood Babbitt, relatou que voou da sua casa em Wendell, Estado de Massachusetts, e alcançou o local-alvo na terceira tentativa, descrevendo-o corretamente. Este projetor, mais tarde, desenhou larga planta baixa de situação do lado direito dos fundos do escritório, inclusive com 1 quadro dependurado em uma parede e certa figura de material plástico de sorridente garota colocada no lado direito da mesa-alvo.

Estatueta. A figura da garota sorridente acrescentou especial dimensão ao experimento. O experimentador Karlis Osis encarregara, secretamente, um artista para esculpir uma dupla figura. A estatueta parecia uma coisa quando vista de frente, o rosto da Vênus sorridente, e outra coisa, completamente diferente, quando olhada por trás, ou seja, uma cadeira espreguiçadeira, no lugar dos cabelos da cabeça e da nuca da Vênus. Babbitt viu o rosto da estatueta e não viu a poltrona. Esta não poderia realmente ser visível da porta onde ele afirmara que estivera observando.

Descoberta. Teddy Marmoreo, o projetor de Toronto, certa noite esteve projetado dando uma incerta extrafísica (excursão antecipatória), investigando antecipadamente o ambiente para se familiarizar com a área-alvo. Nesta ocasião, localizou Karlis Osis dormindo no edifício vazio da ASPR, o que foi plenamente confirmado pelo pesquisador.

Observações. Os experimentos demonstraram os mesmos resultados seja com o corpo físico (soma) do projetor permanecendo sentado ou deitado; seja quando a consciência se manifestava em um corpo extrafísico ou quando se sentia não ter corpo nenhum, condição da projeção pelo mentalsoma, o paracorpo do autodiscernimento.

Êxitos. Os bons experimentos, quando as observações foram mais evidentes e conclusivas, na maioria apresentaram estas características: a consciência não permaneceu lúcida durante todo o período de exteriorização extrafísica; a consciência do relator chegava ao destino derepente, aterrissava no local exato do escritório e descrevia a sua visão tão clara como se estivesse produzindo de fato uma viagem fora do corpo humano.

Fracassos. O experimento sempre fracassou nestas eventualidades: quando o sensitivo disse que deixara o corpo físico devagar e com dificuldade; quando a consciência permaneceu lúcida durante toda a decolagem, ao sair do corpo físico; quando experimentou prolongado vôo através do espaço ou pareceu estar usando um veículo; e quando não aterrissou no local escolhido ou quando nem o encontrou.

Clarividência. As experiências evidenciaram que certos sensitivos se sentiam despertos, ao mesmo tempo, na sua base física e no escritório da ASPR, o que indicava a ocorrência do fenômeno de simples clarividência viajora e não projeção consciencial lúcida integral. Instrumentos. A propósito, os pesquisadores já dispõem de precisas instrumentações que permitem distinguir perfeitamente a clarividência à distância, e o fenômeno da telepatia, da genuína projeção lúcida da consciência do corpo humano. Neste sentido são fixados alvos embutidos dentro de uma caixa especial, feitos para se tornarem visíveis somente quando vistos através de pequenina janela incrustada em um dos lados da caixa.

Informação. De modo geral, no entanto, segundo o mesmo pesquisador, os resultados não foram significativos porque até os melhores projetores conscienciais muitas vezes viram ou descreveram objetos em termos de suas formas e de suas cores e não coisas materiais específicas com os seus nomes exatos. De qualquer maneira, porém, o experimento serviu para demonstrar a hipótese do experimentador de que o processo de aquisição de informação durante o estado da projeção consciente difere da percepção extra-sensorial comum. Brasileiros. O Centro da Consciência Contínua, no Rio de Janeiro, instituição com objetivos das pesquisas parapsíquicas, que existiu antes do Instituto Internacional de Projeciologia e Cons cienciologia, aplicou o processo fly-in durante alguns meses, na década de 80, e apenas 3 projetores conscienciais brasileiros conseguiram identificar, de modo incontestável, os objetos, sempre secreta e periodicamente substituídos, dispostos na sua sede, em uma sala, na ocasião, em edifício da Rua Visconde de Pirajá, no bairro de Ipanema, no horário permanentemente estabelecido como sendo a uma hora da madrugada.
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PADRÕES DE ONDAS CEREBRAIS

Projetora. Um dos experimentos clássicos com as projeções conscientes foi realizado por Charles Theodore Tart (1661, p. 3), em 1966, com a jovem projetora, solteira, pouco mais de 20 anos de idade, identificada apenas pelo pseudônimo de “Miss Z”, com o propósito de demonstrar se a projeção consciencial poderia ser produzida em um laboratório, no caso, o da Universidade da Califórnia, em Davis, EUA.

Condições. Em 4 noites não-consecutivas, Miss Z acomodou-se em confortável leito no laboratório do sono dispondo-se às rigorosas experimentações. A fim de se obter o perfil de todas as suas alterações fisiológicas, esteve presa durante os experimentos – sem poder sair da posição de decúbito dorsal – com eletrodos em diferentes pontos da cabeça, mãos e rosto, conectados através de cabos condutores a uma bateria de instrumentos de registro e medida que monitoraram: os seus padrões de ondas cerebrais (EEG), os movimentos oculares rápidos sincrônicos involuntários (REMs), a resistência basal da pele (BSR), a resistência galvânica da pele (GSRs), a freqüência cardíaca e o volume sangüíneo (fotopletismógrafo de base digital).

Sala. Foram instalados em sala próxima, completamente isolada, 2 polígrafos de diversos canais – Grass e Sanborn – ao modo de vigilantes mecânicos do sono, e um intercomunicador, que permitia ao operador entender-se com a projetora.

Alvo. O experimentador escolheu, ao acaso, em uma tábua matemática de números aleatórios, 1 número de 5 dígitos, diferente cada noite, e o desenhou, com 5 centímetros de altura, sobre pequena tira de papel, escondendo-a sobre uma estante de quase 1 metro e meio de altura acima do nível da cabeça da senhorita deitada, que por isso não podia avistar o cartão com o número. Ela foi instruída para dormir bem e tentar ler os 5 dígitos – seu alvo mental – durante uma projeção da sua consciência, ou seja, dela própria ou da sede da sua lucidez e elaboração do pensamento.

Achados. Da segunda até a quarta noite, Miss Z disse ter visto, enquanto flutuava fora do corpo humano, o relógio de parede acima da estante, que não poderia ser consultado de onde ela estava, sobre a cama, informando as horas marcadas pelos ponteiros, exatamente os horários em que os aparelhos e os registros poligráficos demonstraram, de modo indiscutível, padrões de ondas cerebrais, singulares e estranhas, obtidas nos 2 circuitos fronte-vértice e vértice-occipital, e a ausência dos movimentos binoculares sincrônicos rápidos involuntários que acompanham os sonhos.

IdentificaçãoNa quarta e última noite, a projetora informou com exatidão o número-alvo escondido: 25132 (dois, cinco, um, três, dois).

Minúcias. O pesquisador foi tão minucioso que chegou a aventar a hipótese, não descartável, antecipando-se ao repúdio dos céticos, de que a sensitiva possivelmente poderia ter visto o número refletido no estojo de plástico preto do relógio, embora não acreditasse que isso tenha ocorrido.

Resultados. Os resultados positivos dos experimentos ressaltaram os padrões das ondas cerebrais, que apareceram com características diversas, chatos, planos ou de linhas retas no eletroencefalograma e com acentuada atividade alfóide, quando Miss Z afirmou ter estado fora do seu corpo humano. A falta de movimento ocular no corpo humano evidencia que a projeção consciencial lúcida não constitui mera impressão, simples auto-sugestão ou sonho, porém um estado peculiar da consciência, típico e diferente de todos os estágios conhecidos de sono, do sonho, da sonolência e de outros estados alterados da consciência, até mesmo da condição da vigília física ordinária.

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VISÃO FORA DO CORPO HUMANO

Projetor. Janet Lee Mitchell, pesquisadora da American Society for Psychical Research (Sociedade Americana para a Pesquisa Psíquica), em New York, NY, EUA, através de Ingo Swann, escritor e pintor surrealista, na casa dos quarenta de idade física, clarividente de temperamento extrovertido, estudou no laboratório, 2 a 3 dias por semana, durante vários meses de 1972, as visões fora do corpo humano, juntamente com o pesquisador Karlis Osis (1917-), incluindo aqui a vidência remota ou clarividência viajora, pois o cérebro do sensitivo não esteve completamente vazio da sua consciência, durante o experimento, como acontece na projeção clássica por intermédio do psicossoma em que a consciência do projetor fica com elevado percentual de separação e sem qualquer contato direto com o corpo humano, exceto a ligação vital do cordão de prata (Holochacralogia).

Condições. Os experimentos foram conduzidos durante o dia, com o clarividente sentado, completamente desperto e consciente, tendo o couro cabeludo fixado por eletrodos, nos lobos occipitais esquerdo e direito, onde se estrutura a visão e, em um cômodo anexo, moderna máquina poligráfica, ficando assim, os seus movimentos controlados durante o tempo todo em que ele permanecia no aposento. Alvo. A área do alvo imediato que o sensitivo deveria descrever, foi localizada a cerca de 3,5 metros acima do piso, no quarto onde se sentaria o vidente, colocado sobre um estrado suspenso, que somente poderia ser visto bem junto ao teto. A porta foi trancada. O sensitivo, que entrava exatamente no instante de começar o experimento, deveria ver os objetos-alvos, descrevê-los verbalmente e ainda desenhá-los depois.

ResultadosOs resultados dos experimentos foram plenamente satisfatórios. A visão exterior de Swann pareceu capaz de perceber mais do que a sua visão normal como, por exemplo, formas de certos raios de luz, ionização do ar com as mudanças das fontes luminosas e reflexões de superfícies brilhantes.

Detalhes. Os experimentos repetidos demonstraram que o clarividente, de modo geral, parece perceber mais claramente as cores primárias do que pinturas ou desenhos. As formas familiares parecem ser identificadas com facilidade maior do que as formas e objetos estranhos. Materiais como couro, tecido e barro parecem mais perceptíveis à vidência do que plástico, papel brilhante ou vidro.

Julgamento. Foi usada uma série de 8 diferentes alvos para avaliar a projetabilidade da visão consciente de Swann descrevendo os objetos ocultos na caixa suspensa. Os seus desenhos e descrições verbais, depois escritas, foram misturados com os objetos-alvos reais e foi solicitado a um psicólogo, que funcionou como juiz independente, para fazer a combinação exata de uns com os outros. O juiz casou corretamente todos os 8 desenhos com os alvos respectivos. Isso é um resultado tão altamente improvável que só poderia ocorrer, por acaso, em menos do que 1 para 40.000 vezes, o que atestou tranqüilamente o componente projetivo das vidências de Swann.

Cérebro. Os registros eletroencefalográficos de ambos os hemisférios cerebrais de Swann foram estudados. Durante as vezes que o vidente afirmou ter a sua visão estado fora do corpo humano, houve perda da atividade elétrica e também surgiram impulsos mais rápidos das ondas ce rebrais nas áreas visuais da região occipital do seu cérebro. A queda da atividade alfa, durante o estado fora do corpo humano, foi mais marcante no hemisfério cerebral direito do que no esquerdo. As outras funções orgânicas permaneceram normais."

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IDENTIFICAÇÃO EXTRAFÍSICA DE PESSOAS VÍGEIS

Projetor. Entre setembro de 1965 a agosto de 1966, o pesquisador Charles Theodore Tart (1662, p. 251), em 8 ocasiões solicitou ao autor, inventor, empresário e projetor Robert A. Monroe, a produzir a projeção consciente preso a vários instrumentos de mensuração de funções fisiológicas, no Laboratório Eletrencefalográfico da Escola de Medicina da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos da América.

Condições. As condições no laboratório não eram confortáveis. Foram usados um estrado de madeira, travesseiro e lençol na sala de gravações, semi-escurecida, para ele se deitar de calças e sem camisa, preso às conexões do eletrencefalógrafo (EEG) para lhe medir as ondas cerebrais, do eletrocardiógrafo (ECG) para checar a sua freqüência cardíaca, e outras do eletro-opticógrafo (EOG) para marcar os seus movimentos oculares involuntários. Os eletrodos de ouvido, presos como clipes, causavam desconforto e latejamento nas orelhas dificultando a relaxação física e mental.

Alvo. Foi pedido ao projetor consciente para que tentasse dirigir os seus movimentos durante a exteriorização para a sala ao lado, não só para observar a atividade do técnico que cuidava do equipamento de registro, como para tentar ler 1 número-alvo aleatório de 5 dígitos, colocado em uma prateleira, a uns 2 metros acima do piso.

Resultados. Nas primeiras 7 noites durante as quais tentou produzir uma projeção consciente Monroe não foi bem sucedido. Na oitava noite foi capaz de produzir duas breves saídas laterais da consciência. Na primeira breve projeção testemunhou algumas pessoas desconhecidas conversando, em um local também desconhecido, e não houve meio de verificar se ocorreu uma percepção real de acontecimentos à distância. Na segunda breve projeção, Monroe não viu o número-alvo na sala ao lado, porque não conseguiu controlar os seus movimentos, mas descreveu corretamente a senhora – técnica do laboratório – fora da sala, e um homem, mais tarde identificado como sendo o marido daquela senhora, ambos em um corredor.

Achados. As duas breves projeções conscientes ocorreram juntamente com os padrões de ondas cerebrais classificados como sendo o Estágio I – modelo de onda cerebral que ocorre usualmente no sono natural com sonhos – e alguns movimentos binoculares rápidos involuntários. A freqüência cardíaca ficou entre 65 a 75 pulsações por minuto. Os movimentos binoculares não foram tão rápidos como geralmente se apresentam durante o sono normal. As projeções conscienciais aconteceram quase que de imediato após o projetor consciencial ter ido para o estrado, o que é extremamente raro, pois o Estágio I do sono natural ocorre depois que o dormidor já pas sou por 80 a 90 minutos de sono sem sonhos.

Conclusões. O resultado do experimento foi considerado bastante encorajador por ser esta uma das tentativas iniciais de produzir e analisar, em laboratório, cientificamente, o fenômeno complexo da projeção consciencial lúcida.

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